No município de Ponta Porã, uma professora foi vítima de um golpe sofisticado envolvendo falsos advogados. A fraude começou quando um estelionatário, utilizando o nome e foto de uma advogada conhecida da vítima, informou que seu processo havia sido julgado procedente, enviando um documento falso para conferir legitimidade à história.
Acreditando na veracidade da comunicação, a vítima confirmou seus dados bancários. Posteriormente, recebeu uma chamada de vídeo de outro suposto advogado, durante a qual sua tela de celular foi espelhada e bloqueada com uma imagem alusiva ao STJ, momento em que diversas movimentações bancárias indevidas foram realizadas.
O crime, registrado como estelionato eletrônico, envolveu transferências bancárias e contratação de empréstimos em instituições financeiras onde a professora mantinha contas, resultando em um prejuízo ainda não contabilizado.