A vítima procurou a delegacia de Ponta Porã após cair em um golpe sofisticado envolvendo uma falsa promessa de recebimento de valores de um processo judicial.
Segundo o relato, em 20 de fevereiro de 2026, uma suposta agência de advocacia contatou o pai da vítima por WhatsApp, informando que ele teria uma quantia a receber, referente a um caso judicial supostamente extinto, totalizando 37.690,08 reais. Para receber o dinheiro, foram solicitados os dados bancários dele.
Posteriormente, outra pessoa se passando por promotor ligou para dizer que depósitos deveriam ser feitos para evitar impostos sobre o montante. No total, foram efetuados depósitos de 42.440 reais em várias transações para contas indicadas pelos golpistas.
Os valores, inicialmente retirados das contas da vítima no Sicredi e Nubank, foram transferidos para contas de empresas como GM Tecnologia Negócios LTDA e outras. As instruções foram recebidas por meio de chamadas de vídeo, que comprometeram a segurança das contas envolvidas.
Diante do ocorrido, a vítima registrou a ocorrência como estelionato na 2ª Delegacia de Polícia de Ponta Porã, solicitando as devidas providências.